Pára, escuta, espreita e volta a olhar. Apura os sentidos e observa. Repara nos outros e no mundo, mas não te esqueças de ti...
segunda-feira, 9 de março de 2009
Igualdade
Mudança
quarta-feira, 4 de março de 2009
domingo, 1 de março de 2009
My way
And now, the end is near;
My Way, Frank Sinatra, 1968
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Felicidade
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
November Rain
When I look into your eyes
I can see a love restrained
But darlin' when I hold you
Don't you know I feel the same
'Cause nothin' lasts forever
And we both know hearts can change
And it's hard to hold a candle
In the cold November rain
We've been through this such a long long time
Just tryin' to kill the pain
But lovers always come and lovers always go
And no one's really sure who's lettin' go today
Walking away
If we could take the time to lay it on the line
I could rest my head
Just knowin' that you were mine
All mine
So if you want to love me
then darlin' don't refrain
Or I'll just end up walkin'
In the cold November rain
Do you need some time...on your own
Do you need some time...all alone
Everybody needs some time...on their own
Don't you know you need some time...all alone
I know it's hard to keep an open heart
When even friends seem out to harm you
But if you could heal a broken heart
Wouldn't time be out to charm you
Sometimes I need some time...on my own
Sometimes I need some time...all alone
Everybody needs some time...on their own
Don't you know you need some time...all alone
And when your fears subside
And shadows still remain, ohhh yeahhh
I know that you can love me
When there's no one left to blame
So never mind the darkness
We still can find a way
'Cause nothin' lasts forever
Even cold November rain
Don't ya think that you need somebody
Don't ya think that you need someone
Everybody needs somebody
You're not the only oneYou're not the only one
November Rain, Guns N' Roses, 1992
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Recalcamento
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Adagio
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Irracionalidade
sábado, 31 de janeiro de 2009
Sonho
Se também tentas imaginar como é o meu rosto e o meu corpo; se sentes curiosidade em saber de que cor são os meus olhos e qual o tom da minha voz. Questionarás a que sabem os meus beijos e o quão salgada é a minha pele?
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Endless Road
All the answers I can't find, I put my trust
In a never ending road that leads to my door
I don't want you to go my love
That's all you'll have to know
And I want you to have my soul
Somebody show me the way
And I want you to know, my love,
It's an endless road till love finally comes our way
my love ooooh my love
It's an endless road till love finally comes our way
My love
Now we fought against a wall when love was 'bout to fall
We tried to make it flow, but love wouldn't let us go
Crazy us, for all those wasted words
I don't want you to go my love
That's all you have to know
And I want you to have my soul
Somebody show me the way
And I want you to know, my love,
It's an endless road till love finally comes our way
my love ooooh my love
It's an endless road till love finally comes our way
My love
Endless Road, Time Bandits, 1985
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Esperança - armadilha ou salvação?
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
(Re)Encontro
Hoje senti esperança porque percebi que não me enganei no essencial quando há um ano atrás deixei que entrasses na minha vida. É por isso que, independentemente das voltas que o calendário dê, continuo a acreditar que um dia seremos amigos, porque tu, speedy, ainda vales a pena...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
First, when there's nothing but a slow glowing dream
That your fear seems to hide deep inside your mind
All alone I have cried silent tears full of pride
In a world made of steel, made of stone
Well I hear the music, close my eyes, feel the rhythm
Wrap around, take a hold of my heart
What a feeling, bein's believin'
I can't have it all, now I'm dancin' for my life
Take your passion, and make it happen
Pictures come alive, you can dance right through your life
Now I hear the music, close my eyes,
I am rhythm In a flash it takes hold of my heart
...
What a feeling
What a feeling (I am music now), bein's believin' (I am rhythm now)
Pictures come alive, you can dance right through your life
What a feeling (I can really have it all)
What a feeling (Pictures come alive when I call)
I can have it all (I can really have it all)
Have it all (Pictures come alive when I call)
(call, call, call, call, what a feeling)I can have it all
(Bein's believin') bein's believin'
(Take your passion, make it happen) make it happen
(What a feeling) what a feeling...
Flashdance... What a Feeling, Irene Cara, 1983
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Sou o que sou mas também o que já não sou
domingo, 28 de dezembro de 2008
Respostas
Dizia o autor a certa altura que «...o mal desta sociedade é querer ter resposta para tudo.» E questionava: «Porque não conviver com o mistério? Isso é importante porque o que dá à vida muito interesse é o respeito pelo mistério. Não é preciso explicar tudo e não tem explicação para tudo. Uma pergunta é uma opção aberta, uma resposta é fechar essa janela».
Por momentos senti-me visada. Senti que aquela crítica me era dirigida, pois se há pessoa que busca incessantemente uma resposta para o que acontece, essa pessoa sou eu. "Porquê?", "Qual a lógica disto?", "Por que razão aconteceu aquilo?"... São questões que recorrentemente me vêm à cabeça sem que muitas vezes encontre uma resposta que lhes sirva.
Esta contínua demanda pelo sentido das coisas, pelo desmistificar do mistério que é no fundo a vida faz parte da condição de ser-se humano. Desde sempre que o Homem procura respostas para o que O rodeia e para o que Lhe acontece e desde então que a sua ausência não Lhe traz mais do que frustração.
No meu caso a não obtenção de respostas causa-me um sentimento de insatisfação tão grande que roça mesmo a infelicidade. Deve ser por isso que mesmo pessoas que aparentemente têm tudo se sentem por vezes sem nada, vazias.
Quantos casos na História da Humanidade não existiram de pessoas geniais que, tendo o reconhecimento dos seus pares, tendo sucesso, amor... se auto-destruíram por lhes faltar algo, por lhes faltar a felicidade da obtenção de algumas respostas que têm tanto de inalcansável como de destruidor?
Não foi por ler esta entrevista que pensei neste duelo resposta vs felicidade. Há anos que penso nisto, que uma questão paira na minha mente: quem é mais feliz? O que, munido de conhecimento procura ainda mais conhecimento ou aquele a quem lhe foi vedada a possibilidade de conhecer, logo, de questionar?
O alerta do Paulo Coelho não é mais do que uma dica, do que um conselho. É preciso aceitar simplesmente que não há respostas para tudo e que muitas coisas acontecem e acontecerão sem nunca sabermos porquê. Quanto mais depressa interiorizarmos isto, mais depressa nos libertamos de sentimentos tão negativos como a frustração e a insatisfação. Mais depressa poderemos ser felizes...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Paciência
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Aquarela
Eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo...
Corro o lápis em torno
Da mão e me dou uma luva
E se faço chover
Com dois riscos
Tenho um guarda-chuva...
Se um pinguinho de tinta
Cai num pedacinho
Azul do papel
Num instante imagino
Uma linda gaivota
A voar no céu...
Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Branco navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...
Entre as nuvens
Vem surgindo um lindo
Avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo
Com suas luzes a piscar...
Basta imaginar e ele está
Partindo, sereno e lindo
Se a gente quiser
Ele vai pousar...
Numa folha qualquer
Eu desenho um navio
De partida
Com alguns bons amigos
Bebendo de bem com a vida...
De uma América a outra
Eu consigo passar num segundo
Giro um simples compasso
E num círculo eu faço o mundo...
Um menino caminha
E caminhando chega no muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente
O futuro está...
E o futuro é uma astronave
Que tentamos pilotar
Não tem tempo, nem piedade
Nem tem hora de chegar
Sem pedir licença
Muda a nossa vida
E depois convida
A rir ou chorar...
Nessa estrada não nos cabe
Conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe
Bem ao certo onde vai dar
Vamos todos
Numa linda passarela
De uma aquarela
Que um dia enfim
Descolorirá...
Numa folha qualquer
Eu desenho um sol amarelo
(Que descolorirá!)
E com cinco ou seis retas
É fácil fazer um castelo
(Que descolorirá!)
Giro um simples compasso
Num círculo eu faço
O mundo
(Que descolorirá!)...
Toquinho, M. Fabrizio, G. Morra, Vinicius de Moraes, 1983
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Luto
Se soubesses como me custou fazê-lo, como foi difícil para mim tomar esta decisão... se imaginasses a angústia que sinto quando penso que não te vou ver nem falar contigo, que não saberei nada de ti... que as nossas vidas continuarão sem se encontrarem... Ou talvez saibas... talvez também o sintas.
Pensar que já não vou partilhar contigo nenhum dos episódios do meu dia-a-dia, que já não vou comentar os teus jogos e os golos que marcaste, que já não vamos simplesmente falar... aterroriza-me, mas dá-me também esperança. Esperança de que esta seja a solução que tanto procuro para mim.
Quero voltar a sorrir! Quero voltar a ouvir música com a mesma alegria que antes me fazia elevar o som do rádio e começar a cantar! Quero dançar, dançar até os meus pés ficarem cansados! Quero refilar, refilar até que já ninguém me possa ouvir! Quero voltar a ser a pessoa que um dia te despertou a atenção...
Não sei quanto tempo durará o meu luto, mas sei que durará o tempo que eu precisar para aceitar e ultrapassar tudo o que nos aconteceu. Sei que passará quando deixar de questionar o porquê de tudo isto e me resignar simplesmente aos desígnios da vida. Passará inevitavelmente no dia em que reconhecer que há coisas que são do domínio da emoção e que a razão simplesmente desconhece...